“Luzes, câmera… Poesia!”
(homenagem ao poeta Ferreira Gullar)
Autor do Texto: Helio Ponciano (disciplina de Língua Portuguesa – Gramática e Redação)
Educadores envolvidos: Ana Isabel Linhares, Cleyton Oliveira, Helio Ponciano, Sergio Suto
Ao longo do primeiro trimestre, as turmas de 9º ano do EFAF criaram textos inspirados na produção do poeta maranhense Ferreira Gullar (1930-2016). Nesse trabalho, partindo da leitura, análise e interpretação do poema “Traduzir-se”, os alunos desenvolveram suas próprias versões de um eu lírico dividido em lados opostos, antagônicos, que convivem e coexistem sem a anulação um do outro.
O processo envolveu etapas planejadas para a composição final de um vídeo em que nossos novos poetas, nossos novos autores, pudessem declamar suas próprias criações. Primeiramente, estudaram o poema-base e como Ferreira Gullar teve a ideia de escrevê-lo. Em um segundo momento, elaboraram uma tabela de antíteses (oposições) que representassem suas próprias divisões ou de alguém imaginado ou que inspirasse sua escrita. No momento posterior, já bem embasados, chegaram a duas versões do mesmo poema com um texto próprio em paralelo que o analisava.

Finalmente, a gravação da leitura trouxe um fechamento merecidamente feliz à sequência didática. O conjunto de todas as declamações constitui uma unidade bastante representativa de cada turma do 9º ano: há palavras, escolhas, vozes, gestos faciais, pequenos movimentos – capturados por uma boa câmera e editados pela sensibilidade precisa do instrutor de TE Cleyton Oliveira – a formar um retrato de grupos que se doaram para esse trabalho e podem contemplá-lo agora.
Crédito da imagem de destaque da home
Imagem: Otávio Magalhães
Do site: https://memorial.org.br/adeus-poeta-ferreira-gullar/
A lo largo del primer trimestre, los grupos de 9.º curso de la EFAF elaboraron textos inspirados en la producción del poeta maranhense Ferreira Gullar (1930-2016). En este trabajo, a partir de la lectura, el análisis y la interpretación del poema «Traduzir-se», el alumnado desarrolló sus propias versiones de un yo lírico escindido en lados opuestos, antagónicos, que conviven y coexisten sin que uno anule al otro.
El proceso incluyó etapas planificadas para la composición final de un vídeo en el que nuestros nuevos poetas, nuestros nuevos autores, pudieran recitar sus propias creaciones. En primer lugar, estudiaron el poema de referencia y cómo Ferreira Gullar concibió la idea de escribirlo. En un segundo momento, elaboraron una tabla de antítesis (oposiciones) que representara sus propias divisiones, o bien las de alguien imaginado o que inspirara su escritura. En la etapa posterior, ya con una base sólida, llegaron a dos versiones del mismo poema, acompañadas de un texto propio, en paralelo, que lo analizaba.
Por último, la grabación de la lectura aportó un cierre, merecidamente feliz, a la secuencia didáctica. El conjunto de todas las declamaciones constituye una unidad altamente representativa de cada grupo de 9.º curso: hay palabras, elecciones, voces, gestos faciales, pequeños movimientos – captados por una buena cámara y editados con la sensibilidad precisa del instructor de TE, Cleyton Oliveira – que conforman un retrato de grupos que se entregaron a este trabajo y que ahora pueden contemplarlo.
Autor del texto: Helio Ponciano (asignatura de Lengua Portuguesa – Gramática y Redacción).
Educadores participantes: Ana Isabel Linhares, Cleyton Oliveira, Helio Ponciano, Sergio Suto