
Concursos para montagem de pontes são realizados mundialmente em diversas universidades. Os participantes do desafio das pontes da FEI precisam construir uma ponte usando palitos de sorvete comuns e cola, atendendo às condições de dimensionamento, execução e resistência especificados no regulamento. As 90 equipes inscritas foram divididas em três turnos de 30 equipes. No turno das nossas duas equipes (vespertino), apenas 17 equipes conseguiram montar a ponte segundo as instruções e medidas do regulamento e no tempo de 4 horas.
A equipe vencedora é definida pela ponte com o menor peso que suporta a maior carga até a ruptura. No quesito suporte de maior peso, a equipe Cervantes ficou empatada em primeiro lugar com outras três escolas e como era a ponte mais leve, sagrou-se vencedora do turno da tarde.
Abaixo, o depoimento dos integrantes da equipe Cervantes:
David Rojas: “Participar do evento das pontes organizado pela FEI foi muito interessante. Montar um grupo, criar um projeto e depois construí-lo é um processo que demonstra a importância de trabalhar em equipe. Pessoalmente, recomendo o desafio, gostei muito e garanto que qualquer um se divertirá. Vale lembrar que é muito importante se preparar. Treinar é fundamental para conseguir realizar a ponte e aprimorar sua estrutura. O trabalho cooperativo, a pressão de terminar a montagem no tempo estipulado, sentir o ar de competição e depois obter resultados (sejam bons ou ruins) é uma experiência única.”
Pedro Maisonnave: “Na minha opinião, nossa participação no Desafio das Pontes foi muito positiva, porque, além de aprendemos conceitos e fundamentos básicos tanto da engenharia quanto da arquitetura, conseguimos trabalhar muito bem como um grupo, uma equipe. Todos colaboraram para o ótimo resultado que foi obtido pela escola, e, ao meu ver, isso é o mais importante.”
Rodrigo Ribeiro: “Foi uma experiência muito gratificante participar do Travessia FEI, mesmo para mim, que não pretendo seguir carreira na área de exatas, porque, além de divertido, é essencial o exercício do trabalho em grupo e a dedicação durante as quatro horas. No começo, o tempo aparenta ser mais que suficiente, mas sem um bom projeto, treino e colaboração de todos, a ponte não consegue ter uma estrutura firme. Apesar da pressão de entregar no curto período, o evento é descontraído e muito agradável, e apresentar a sua ponte e vê-la suportar várias pesagens é sensacional. Por mim, iria ano que vem novamente, com certeza.”
Joanna Alcantara Machado: "Participar do Concurso Travessia foi uma ótima experiência para mim. Mesmo sem pretender estudar engenharia, tenho grande interesse nessa área e o concurso abordou um projeto de um jeito muito atraente, propondo não só o desafio de construir uma ponte, mas também de trabalhar em equipe e colaborar com os outros grupos que participaram, de um modo muito construtivo."
Depoimentos da equipe CMC:
Rafael Magalhães: “Participar da Travessia FEI foi uma experiência muito interessante, na qual podemos desenvolver os projetos com total liberdade e também botar a mão na massa, ou melhor, na cola. Além disso, a sensação de realização depois de concluir a ponte é impagável, portanto vale a pena participar do desafio mesmo que você não esteja pensando em seguir alguma área relacionada.”
Marcos Serra: “Gostei muito de ter participado do desafio travessia da FEI, pois você deve trabalhar 100% em equipe e lidar com o tempo na hora da montagem para conseguir o seu objetivo, o que contribui muito para o futuro. Além disso, aprendi muito sobre técnicas que auxiliaram na construção da ponte. Nosso grupo se esforçou bastante, e mesmo não vencendo, acredito que serviu de muita aprendizagem e valeu a pena ter participado.”
Marianna Gabardo Wisnesky: “Foi um projeto muito divertido. Nunca me orgulhei e trabalhei tanto por algo que acabou destruído!”
Lucca Recinella:”A travessia FEI foi bem divertida. A atmosfera de várias escolas construindo pontes e se ajudando foi muito legal. Muita adrenalina! Recomendo a todos a participação do desafio”.


